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Quais máscaras emocionais você usa?

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  www.elienelima.com.br Em período de carnaval, falar de máscara nos remete aos adereços usados para representar personagens, geralmente complementando uma fantasia que escolhemos para representar durante os dias de folia. Mas não é só nas ocasiões festivas típicas que usamos máscaras. Na verdade, a vida em sociedade existe como se fosse um grande teatro onde representamos papeis o tempo todo, e compartilhamos histórias com vários outros personagens.   A máscara é um disfarce . Serve para esconder quem de fato somos e nos ajuda a mostrar uma face que consideramos ser mais adequada às diversas situações que compõem nossa realidade. Adotados desde os primeiros anos do nosso desenvolvimento psíquico, quando aprendemos a esconder aquilo que não nos aprova diante de quem nos importa, os disfarces aos poucos vão se tornando nosso jeito de ser, a forma como nos apresentamos na vida em sociedade. Muitas vezes, é nas festas à fantasia, onde se inclui o carnaval, que as pessoas expe...

Workaholic ou worklover - onde você se encaixa?

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  www.elienelima.com.br Pra começar, vamos entender os conceitos. Você certamente já ouviu falar na expressão “Workaholic”. Ela é usada há bastante tempo para expressar um comportamento observado nos ambientes de trabalho, quando os funcionários se mostram verdadeiros viciados no que fazem. Diferente do worklover, que é aquele colaborador dedicado que gosta de trabalhar mas sabe a hora de encerrar as atividades do dia, que sabe que existem outros prazeres fora da vida profissional, o workaholic não consegue se desligar e mesmo depois que o expediente termina ainda continua na empresa ou leva as tarefas para concluir em sua casa. E elas nunca se concluem, pois, na verdade, ele já está dependente do trabalho. Quando falamos em dependência é mais comum que nos lembremos da dependência química, até porque, os prejuízos pessoais e sociais que são relatados envolvendo drogas ilícitas ou lícitas são conhecidos de grande parcela da população. Mas existem outras manifestações comportament...

As perdas que a solidariedade não devolve.

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  Porque recomeçar é preciso! Mês de Janeiro em Belo Horizonte, desde que me conheço por gente, é tempo de instabilidade pluvial. As chuvas de verão começam perto do Natal, se estendem pelos primeiros dias do Ano Novo, e o que era para ser apenas a limpeza simbólica dos resíduos do que deixamos para traz no ano velho, torna-se motivo de angústia e preocupação, principalmente para quem vive em áreas de risco. Assim, o que era para ser começo se transforma em final, quando geografia, políticas públicas e educação do povo criam um cenário propício para alagamento de rios, desabamento de encostas e entupimento de bueiros.   Como resultado, Janeiro se apresenta como um mês em que o sentimento cristão aflorado em Dezembro dá espaço para a mobilização social em atos de solidariedade para com aqueles que perdem suas casas, seus móveis, seus entes queridos e às vezes até suas referências. O que mais ouvimos dizer é que os bens materiais são o que menos importam, pois esses, se temos ...

Quando os atos dos pais afetam o futuro dos filhos.

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  www.elienelima.com.br O tema central do filme “Imperdoável” são as dificuldades que uma mulher que cometeu um crime violento enfrenta, ao sair da prisão após 20 anos cumprindo pena. Todo o drama gira em torno das reações de cada personagem, diante de um homicídio cometido numa situação de muito medo e tensão. No entanto, uma informação que é dada de forma bastante discreta e sem ganhar visibilidade, é o fato de que tudo o que vemos no filme só ocorre porque o pai das duas protagonistas cometeu suicídio por não suportar a morte da esposa, ocorrida durante o nascimento da filha mais nova. Li alguns comentários e críticas sobre o enredo e o foco em todos eles é a necessidade que temos de rever a situação de ex-detentos quando voltam para a vida em sociedade. Inclusive, um dos sites que comentam o filme aponta que o ‘problema’ da história é o fato de não apresentar solução para essa questão social. Eu entendo e concordo que esse, realmente, é um desafio a ser enfrentado. No ent...

ENEM - provas para os filhos, oportunidades para os pais.

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  Quando pensamos no ENEM e na preparação que ele exige, costumamos focar apenas na parte cognitiva. Entretanto, muitas vezes o que prejudica o desempenho dos candidatos é o outro lado do cérebro – o lado emocional. Encarar o ENEM significa muito mais que fazer pontos suficientes para entrar para a faculdade. Significa também: mudar de fase na vida; perder o contato diário com colegas com quem se conviveu por anos; assumir responsabilidades para as quais o jovem não sabe se está pronto (geralmente não está); escolher uma profissão e, consequentemente, uma estrada a seguir. Portanto, é comum que um jovem que irá prestar o ENEM esteja passando por crises de ansiedade gerando comportamentos de nervosismo, choro, agressividade. E, para a família, é um momento de teste de paciência, pois várias emoções podem aflorar de todos os lados – tanto do filho candidato ao ENEM quanto dos próprios pais que podem ser levados a  reviver suas próprias angústias – passadas e atuais . Reviv...

Quem não foi cuidado na infância pode passar a vida entre dois extremos: ou cuidando demais ou buscando ser cuidado!

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www.netflix.com Você conhece alguma família em que o homem, quando nasceu seu filho, se comportou como se também fosse um filho pequeno precisando de cuidados? Ou mesmo uma mulher que não conseguiu ocupar seu lugar de mãe, deixando o bebê sob a responsabilidade de outros e tendo comportamentos reivindicativos de atenção também? Isso é algo comum em pessoas que não tiveram os cuidados adequados e suficientes quando, de fato, eram crianças. As consequências podem ser as mais variadas, mas giram sempre entre os extremos: ou a pessoa cuida em excesso ou chega a se infantilizar buscando ser cuidado. Em qualquer dos casos, percebe-se a dificuldade de se assumir o papel adulto que era esperado que assumisse, e vemos muitos casais tendo problema na relação por esse motivo, sem nem mesmo saber a verdadeira razão dos conflitos.   A eterna procura pelo preenchimento do grande vazio É claro que é natural que haja algum impacto na relação conjugal logo após a chegada de um bebê para a fam...

Homem, seja forte para quebrar paradigmas. Seja homem para cuidar de você!

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  www.elienelima.com.br Nos dias atuais ainda testemunhamos a  subcultura do “Super Homem” contribuir para que o auto cuidado no meio masculino seja tão pouco praticado. Nossa sociedade contribui de forma sistemática para o pensamento de que quem procura ajuda é fraco, provocando, desta forma, uma resistência por parte dos homens a buscar ajuda médica, seja no campo da saúde física ou da saúde mental.  O mês de Novembro é dedicado ao combate ao câncer de próstata, mas há estudos nos mostrando que os homens morrem e adoecem muito mais que as mulheres e por doenças cardíacas, respiratórias e até por envenenamento. Enquanto profissional da saúde mental penso ser prudente e responsável nos perguntarmos o porquê de certos comportamentos que conduzem os homens a colocar sua vida em evidência em tantas situações.  A fim de instigar a reflexão sobre o autocuidado masculino, compartilho o e-book disponível no link abaixo, o qual, vem chamar a atenção, de forma resumida e...