Nos últimos dias o Brasil se emocionou e se orgulhou ao ver uma garotinha de 13 anos ganhar uma medalha olímpica numa modalidade esportiva ainda pouco usual – o skate. Rayssa Leal é um nome que se ouve e que se lê em toda a mídia e um dos vídeos mais populares sobre o seu grande feito mostra que ela dançava descontraidamente durante a competição, enquanto não se divertia sobre seu skate. Sim! Rayssa ganhou uma medalha olímpica fazendo o que é de se esperar de uma criança da idade dela – se divertindo. Esse evento que tomou conta dos comentários nacionais por toda parte me fez lembrar de uma música de Guilherme Arantes que eu ouvia quando era adolescente, na voz de Maria Bethânia. Seu nome é “Brincar de viver” e a letra nos fala do convite que recebemos diariamente a dizer “Sim” à nossa imaginação, de não levar tão à sério os “não” que a vida nos dá; nos convida a sonhar, a amar e entender que somos apenas parte do processo e nunca o centro do universo. Em resumo, para mim essa música f...
Quando pensamos no ENEM e na preparação que ele exige, costumamos focar apenas na parte cognitiva. Entretanto, muitas vezes o que prejudica o desempenho dos candidatos é o outro lado do cérebro – o lado emocional. Encarar o ENEM significa muito mais que fazer pontos suficientes para entrar para a faculdade. Significa também: mudar de fase na vida; perder o contato diário com colegas com quem se conviveu por anos; assumir responsabilidades para as quais o jovem não sabe se está pronto (geralmente não está); escolher uma profissão e, consequentemente, uma estrada a seguir. Portanto, é comum que um jovem que irá prestar o ENEM esteja passando por crises de ansiedade gerando comportamentos de nervosismo, choro, agressividade. E, para a família, é um momento de teste de paciência, pois várias emoções podem aflorar de todos os lados – tanto do filho candidato ao ENEM quanto dos próprios pais que podem ser levados a reviver suas próprias angústias – passadas e atuais . Reviv...
É possível que essa terminologia não lhe seja tão conhecida, já que pouco se fala a respeito deste assunto. Normalmente o que se enfoca é o alcoolismo propriamente dito, suas causas e consequências, e esses, certamente, são os aspectos mais significativos de se abordar sobre essa doença que afeta tanto homens quanto mulheres, de forma crescente, haja vista os prejuízos que provoca. No entanto, entender uma outra face do vício em álcool que também pode causar dor e sofrimento é fundamental para se buscar tratamento e prevenção – por isso escolhi falar sobre esse tema. Muitos de nós conhecem ou convivem com alguém, que tem uma relação de intimidade com a bebida alcoólica que chega a incomodar, porém, não provoca os danos que são utilizados cientificamente para diagnosticar um alcoolismo. A pessoa gosta muito de beber; às vezes até passa a semana toda sem ingerir bebida alcoólica, mas dedica o final de semana todo a ela sob o pretexto de relaxar das tensões da rotina; ou ...
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